Lorena.C “SE TE PERGUNTAREM UM DIA O QUE É MARKETING!!

BURGUER KING SE FANTASIA DA SUA MAIOR RIVAL PARA “ASSUSTAR” OS CLIENTES NO HALLOWEEN; CONFIRA

 

Uma bela fantasia é o que todos desejam para passar o Halloween, sejam pessoas ou estabelecimentos, como podemos ver com a ideia incrível que a rede de fast foods Burguer King teve.

A rede, situada nos Estados Unidos, decidiu se fantasiar como a sua maior rival, o McDonald’s para conseguir “assustar” os seus clientes.

O “fantasma” é uma das fantasias mais comuns que podemos encontrar em todas as comemorações do Dia das Bruxas, e foi esse estilo que a rede decidiu adotar. Ela cobriu as suas lojas situadas em Nova Iorque com um imenso pano branco com a inscrição “McDonald’s”, a marca concorrente.

Em tom de ironia, colocaram a seguinte placa abaixo da “fantasia”: “Bu! Brincadeira, nós ainda grelhamos no fogo os nossos hambúrgueres”, fazendo referência ao método de preparo adotado pela rival.

Não parou por aí, mais um detalhe acabou chamando atenção na fantasia criada pela rede, as sobrancelhas do fantasminha eram amarelas, e formando uma espécie de “m”, criada para lembrar a logotipo usada pelo McDonald’s. Contudo, pelo espaço vazado dos olhos da fantasia podemos facilmente notar o nome original da loja.

A brincadeira ainda se estendeu para os lanches, ao comprar um Whopper – o clássico da rede – os clientes receberam uma embalagem nova, que também estava fantasiada de fantasma e, ao abrir, exibia uma mensagem dizendo “Feliz Halloween”.

Alana Nunes – Resenha sobre o artigo: A Cultura Participativa e o Crowdfunding.

O artigo “A Cultura Participativa e o Crowdfunding: um estudo sobre a influência dos fãs no financiamento de projetos”, de Paula Toledo Palominio, mostra o crescimento de plataformas colaborativas “crowdfunding”, que tem como finalidade arrecadar fundos para projetos, de forma coletiva.

A metodologia utilizada no artigo pela autora Paula Toledo, é a de coleta de dados. Ela utilizou teorias de outros autores para falar sobre Crowdfunding. São eles: Luciana Santaela, Henry Jenkins e Bruno Latour.

O texto mostra que os financiamentos coletivos passaram a se tornar um novo modelo de negócio. Um dos fatores que facilitou o andamento e desenvolvimento dessa prática, foi o acesso à internet, possibilitando que a informação fosse acessada em lugares diversos e em tempo real, dando força para o crescimento dos financiamentos coletivos. Isso a partir da teoria de Luciana Santaela, a comunicação ubíqua, descrita no artigo.

Existem pontos positivos e negativos nesse novo modelo de negócio de financiamento coletivo. Um dos pontos negativos que foi possível analisar, é que os investidores estão suscetíveis a atrasos, o que pode gerar um conflito interno entre marca vs investidor. Isso pode repercutir de forma rápida pela internet e afetar diretamente a imagem da marca. A partir daí a marca correrá o risco de perder alguns de seus investidores.

Mesmo correndo risco de reputação da marca, o fácil acesso à internet permite a aproximação com o público de interesse, o que é um ponto extremamente positivo, pois faz com que uma determinada marca passe a se relacionar de forma direta e indireta com os seus investidores. Outro fator positivo é que algumas marcas conseguem se manter no mercado devido ao investimento coletivo, além de poder contar com a participação dos investidores, fãs da marca, nas tomadas de decisão.

Diante disso, percebi que a partir do momento em que os fãs de uma determinada marca participam diretamente dos projetos, isso estabelece uma espécie de lealdade e fidelidade. O que acaba gerando um retorno positivo para ambas as partes do negócio. Pois existe uma troca direta. Mas, é necessário que os investidores consigam dosar o que é relevante participar, para que não gere uma futura frustração e que isso não reflita na imagem da marca.

Danilo da Silveira Ferreira

O que é e como funciona a Participação de Lucros e Resultados

A Participação de Lucros e Resultados (conhecida popularmente por PLR) é uma ferramenta do modelo administrativo conhecido como Administração Participativa. Nessa proposta (como o próprio nome diz), os funcionários de uma empresa tomam parte dos lucros e dos resultados corporativos.

A PLR é uma medida que busca integrar o empregado nas decisões coorporativas, sendo beneficiados financeiramente pelos resultados e lucros alcançados pela empresa.

O modelo participativo contrasta-se com o diretivo: que mantém os trabalhadores longe das tomadas de decisões, remunerando-os de maneira fixa. O poder da empresa é centralizado a uma pessoa (ou a um grupo de gestores).  A Administração Participativa, além de ser uma ferramenta de remuneração variável, tem como objetivo o compartilhamento de responsabilidades.

A medida também é conhecida por Programa de Participação nos Resultados (ou pela sigla PPR).

Histórico

Com aparência moderna, a Administração Participativa tem origem em uma época bem remota.

Na teoria, o modelo de administração participativa surgiu juntamente com o nascimento da democracia – na Grécia Antiga. Há indícios de modelos administrativos participativos no século XVIII, quando o secretário do Tesouro norte-americano, Albert Gallantin, dividiu, com os empregados, parte dos lucros das indústrias de vidro.

No Brasil, a Administração Participativa entra em cena, efetivamente, nas décadas de 1980 e 1990, com a redemocratização do país: os sindicatos pressionavam para que os trabalhadores tomassem parte nas decisões das empresas. À época, o Japão já demonstrava vantagens competitivas, jus a administração participativa.

Legislação

Prevista na Consolidação das Leis do Trabalho (a popular CLT), a lei 10.101 de 19/12/2000 regulamenta a participação dos trabalhadores nos lucros e resultados das empresas. Segundo consta, a lei é um “instrumento de integração entre o capital e trabalho”, visando incentivar a produtividade.

No início de fevereiro, o Ministério do Trabalho informou que tramitará, no Congresso Nacional, o projeto de lei da modernização trabalhista. A proposta busca, também, regulamentar a representação de trabalhadores nas empresas.

Dois pontos a serem discutidos no Congresso, a partir da proposta, são: a remuneração por produtividade; e o pagamento das PLRs quando as empresas divulgarem seus balancetes trimestrais ou no limite dos prazos estipulados.

Resultados e lucros

Por ser um modelo de remuneração variável, o salário dos empregados (ou colaboradores) está ligado ao desempenho da corporação. Ou seja, quanto maior o ganho, maior a remuneração.

A prestação da PLR pode ser acertada como uma divisão igual dos lucros para todos os trabalhadores da empresa – sem levar em conta nível hierárquico ou tamanho dos salários. A retribuição, também, pode ser feita em duas partes: uma parcela para todos, igualmente, e outra em consideração aos salários e cargos.

Geralmente, os acordos coletivos são definidos por empresários e trabalhdores, com a presença de representantes do sindicato.

As bonificações sobre as participações podem variar: feitas pelos lucros (PL), pelos resultados (PR) ou pelos dois indicadores (PLR).

Pelos lucros: Em tese, é uma forma de remuneração pela rentabilidade da empresa. Existem três formas de se retribuir os funcionários pela lucratividade: uma porcentagem fixa dos lucros (depois de serem retirados os impostos); a divisão de uma porcentagem do lucro excedido uma medida de retorno; ou a distribuição da porcentagem que excedeu o lucro orçado.

Pelos resultados: É a porcentagem do valor que cada trabalhador (ou colaborador) recebe pelo o que a empresa produziu, além de receber o salário. Este valor, geralmente, não têm descontos para os encargos sociais, como previdência ou FGTS. Na maioria dos casos, essas bonificações são pagas a cada seis meses ou anualmente, por meio de comissões sobre vendas, abonos etc.

Pelos lucros e resultados: a remuneração, neste caso, é determinada pelos resultados da produtividade e pelo desempenho da empresa em relação aos lucros.

Benefícios da PLR

Antes de tudo, é possível obter lucros e resultados com PLR sem ter que arcar com custos, tributos ou qualquer taxa.

Como consta no tópico anterior, os trabalhadores participantes da PLR não estão sujeitos aos encargos trabalhistas sobre as bonificações recebidas, tais como: Fundo de Garantia, INSS etc.

A participação é dedutível, para a pessoa jurídica, do Imposto de Renda como Contribuição Social sobre Lucro Líquido (a CSLL).

Empresas que adotam a PLR

Há exemplos de empresas que adotaram a participação nos lucros e resultados como modelo administrativo para aumentar o desempenho. Segundo a revista Exame, a montadora sueca Volvo possui um programa de participação. Em 2013, cada trabalhador ganhou R$ 30 mil da companhia automobilística.

De acordo com a mesma revista, em 2012, a catarinense Dudalina (do ramo têxtil) premiou seus funcionários (2 489 à época) em seis salários mínimos pela produtividade alcançada. Entre as bonificações estavam a de “assiduidade” e de “zero falta”.

Situação semelhante é vivida pela goiana Volga Engenharia, empresa de distribuição elétrica e automação.

Segundo o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Metalúrgicas, Mecâncias e Material Elétrico de Goiânia (o SindMetal/GO), como proposta, a companhia pagaria o 14º salário aos trabalhadores caso cumprissem metas, tais como: a utilização correta dos equipamentos de segurança e das ferramentas de serviço; e a manutenção da limpeza no local de trabalho.

Thalita Rodrigues – Resenha de ‘10 coisas que o Facebook já estudou sobre você’

Em seu livro Cypherpunks: liberdade e o futuro da internet, Julian Assange (2013, p. 146) comenta que o Facebook tem “800 MB de informações” sobre a vida de qualquer usuário. Parece ser exagerado, mas, de alguma forma, a rede de Mark Zuckerberg utiliza bancos de dados de seus usuários para se desenvolver cada vez mais (como será visto abaixo). Segundo Jérémie Zimmermann, um dos coautores de Cypherpunks, “com o Facebook, dá para ver o comportamento dos usuários, que ficam felizes em divulgar qualquer tipo de dado pessoal” (ASSANGE et al., 2013, p. 72).

No texto 10 coisas que o Facebook já estudou sobre você, de Pedro Meirelles, é possível ter a dimensão da utilização dos dados disponibilizados na rede de Zuckerberg e para o que eles servem. Mas, de acordo com Meirelles, este estudo é uma tendência da empresa em produzir conhecimento acadêmico e científico, já que mantém os dados dos usuários “a sete chaves” e nada os impede de vender “para quem pagar mais”. Como diz Andy Müller-Maghun (ASSANGE et al, 2013, p. 107), “a privacidade é possível, mas tem seu custo”.

É possível saber quantos passos médios de separação há entre você e qualquer pessoa, em um cálculo que mede a distância entre os usuários da plataforma; também, como as bolhas políticas funcionam, determinadas pelo próprio engajamento dos usuários, que tendem a interagir com “conteúdo contrario às suas visões quando apresentados a informações sociais”.

No texto escrito por Meirelles existem coisas um pouco surpreendentes, como a morte de alguém deixa seus amigos mais próximos e como manipular o seu humor e sentimentos. No primeiro caso, segundo Meirelles, em consequência à morte de um usuário, sua rede de amigos se aproxima em interações. Já no último, os usuários da plataforma social de Zuckerberg ao se depararem com menos postagens negativas, os internautas compartilhavam mensagens ou conteúdo positivo.

Facebook também, de acordo com Meirelles, identificou as diferenças entre homens e mulheres nas postagens em assuntos como política, religião etc. Por um gráfico é possível enxergar que a linha da interação feminina é mais sólida (com pouca variação) que a do homens (com alguns picos). Assim, como a qualidade do debate na era dos comentários da esfera pública, onde usuários desconhecidos promovem um debate com “abordagens mais qualificadas”.

É possível também mensurar como o uso positivo das mídias sociais diminui comportamentos de risco, pois quanto mais solitário, mais possibilidades de “desenvolver problemas de saúde”. Para isso, o Facebook cruzou dados de 12 milhões de perfis com registros do Departamento de Saúde Pública da Califórnia.

Constata-se, também, com esse estudo, que conectar-se com amigos próximos melhor o bem estarcomo os laços fracos ajudam – ou não – a encontrar emprego no mundocomo relacionamentos podem ser identificados na estrutura das redes. Como o próprio Pedro Meirelles diz, é uma maneira de o Facebook compreender “algumas questões relevantes do mundo atual”.

Referências

ASSANGE, Julian et al. Cypherpunks: liberdade e o futuro da internet. Tradução de Cristina Yamagami. Boitempo Editorial: São Paulo, 2013.

Disponível em: <http://www.ibpad.com.br/blog/comunicacao-digital/10-coisas-que-o-facebook-ja-estudou-sobre-voce-a-nona-e-assustadora> Acesso em: 25 out. 2017.

Arine Goes – Artigo:A Cultura Participativa e o Crowdfunding: um estudo sobre a influência dos fãs no financiamento de projetos.

Resenha Crítica do Texto: PALOMINO, Paula Toledo. A Cultura Participativa e o Crowdfunding: um estudo sobre a influência dos fãs no financiamento de projetos.

Este artigo objetiva intender mais sobre “A Cultura Participativa e o Crowdfunding: um estudo sobre a influência dos fãs no financiamento de projetos”, sob a ótica de teorias como a cultura participativa de Jenkins, a teoria do ator-rede de Latour e a Comunicação ubíqua de Santaela.

O termo Crowdfunding ou financiamento coletivo, é creditado a Michael Sullivan com a tentativa de criar uma incubadora para projetos com uma simples funcionalidade de financiamento. Seu conceito baseava-se em reciprocidade, transparência, interesses compartilhados e no financiamento pela multidão. Segundo Jenkins, o público vê a Internet como um veículo para ações coletivas, sejam elas a solução do problema, deliberação pública ou criatividade alternativa. A Internet no seu caráter interativo é uma mudança no paradigma de como as pessoas se relacionam como os meios de comunicação.

A Teoria Ator-Rede (TAR) cuja origem se deu-se na área de estudos de ciências, tecnologia e sociedade, na década de 1980. A TAR é utilizada para explicar novos paradigmas da comunicação que passam a existir com a cultura contemporânea. O ator é definido a partir do papel que desempenha, ou seja, o quão ativo e repercussivo é, e quanto efeito produz na sua rede. Dessa forma, pode-se considerar que pessoas, animais, coisas, objetos e instituições podem ser um ator. São baseados em dois conceitos, tradução e rede, e dois princípios, imparcialidade e simetria. O TAR fala que a ideia de que os atores, humanos e não humanos, estão constantemente ligados a uma rede de elementos e materiais e não materiais.

Segundo Santaela, a comunicação ubíqua não é um termo dissipado, porém está muito presente no nosso dia a dia. Fala na sua obra: “ Comunicação ubíqua – Repercussões na cultura e na educação”. Quando falamos com alguém ou acessamos informações de qualquer lugar para outro, é o momento em que conectamos. A autora defende que as informações dos mais diferentes tipos podem, hoje, ser acessadas de múltiplos pontos no espaço. Essas mesmas mídias que fornecem o acesso são mídias de comunicação. Com base na teoria de Santaela, podemos dizer que a internet é onipresente no cotidiano das pessoas e a comunicação em si ubíqua, principalmente nas redes sociais.

O uso das segundas telas e das plataformas sociais como ferramentas ampliadoras dos processos de expressão estão intimamente ligados ao Crowdfunding, visto que o poder deste processo está justamente na força da cultura participativa, utilizada em tempo real. A comunicação ubíqua é portanto, a grande responsável por propagar a disseminação da informação em tempo real entre a comunidade envolvida, a fim de tornar o processo do financiamento coletivo um sucesso.

De acordo com a Daniela Castrataro, ao se considerar os conceitos de WEB e multidão como elementos essenciais na definição do Crowdfunding com uma atividade, no final dos anos 90, começa a campanhas na Internet para financiar projetos. Grupo Britânico de Rock Marillion conseguiu levantar $60,000 no ano de 1997 ao financiar a campanha “ TOUR FUND”. Em 2006 tivemos Sellaband, buscando fãs que investiam nas músicas, para levantar fundos para gravar um álbum. Algumas organizações ao ver o potencial da Web fizeram um site, cujo o objetivo era levantar um financiamento para projetos de caridade. A primeira plataforma a permitir que empresários emprestassem dinheiro a áreas de desenvolvimento foi a Kiva.

Como estudo de caso desta pesquisa, analisou-se o fenômeno que vem ocorrendo desde o início desta década, como negócio podemos citar os Livros de RPG e os jogos de tabuleiro. Na década de 90, os livros estavam no auge, mas caíram em esquecimento nos anos 2000, onde os jogos eletrônicos tiveram um crescimento de mercado, fazendo com que várias editorias deste gênero abrissem falência ou comprados por produtoras de games.

A editora White Wolf veio com uma nova proposta de editora para continuar a publicação mesmo sabendo que seu público alvo estava bastante restrito. Eles voltaram então para o Crowdfunding, colocando através do Kickstarter, o título do financiamento coletivo, e deixar nas mãos dos fãs a decisão se aquela obra irá continuar ou não. O resultado foi surpreendente, demostrou que não só apenas a base de fãs, que continuava muito ativa e com poder de aquisição, disposto de assumir alguns riscos de manter vivo aqueles produtos, mas também em contribuir com opiniões e participações nos processos de design do produto.

Com o intuito de compartilhar o processo de design com os fãs, inicia-se com uma meta mínima para que o produto aconteça, colocando outras metas secundárias, que se atendidas, acrescentam valor e personalização ao produto. A plataforma do Kickstarter, permiti que qualquer pessoa poste algo criativo e consiga contribuições até de grandes empresas. Esta análise é, no entanto, intrínseca do momento em que vivemos, pois, a cultura participativa domina nosso cotidiano, e ainda não se há consenso sobre questões autorais e legais no que tange à internet.

O Crowdfundig é uma prática realizada, tipicamente, pela internet, com o intuito de financiar um projeto por meio do levantamento de pequenas quantias de dinheiro junto a um grande número de pessoas. Assim, vem sendo visto como um modelo de negócio extraordinário, onde cidadãos comuns podem investir e utilizar as mídias sociais como forma de pregão. Contudo, como todo processo, precisa de demanda e definições para que seja válido

O artigo mostra por meio de estudo de caso, que o Crowdfundig não se trata somente de investir dinheiro em um projeto, mas sim de colaboração para que o projeto obtenha sucesso em todos os processos. Sendo ele um responsável por uma grande mudança na esfera de investimento. Conforme Santaela, a internet é onipotente no cotidiano das pessoas, tornando a comunicação em si ubíqua, é portanto a grande responsável por propagar a disseminação da informação em tempo real, a fim de tornar o processo do financiamento coletivo um sucesso.

SANTAELA, Lucia. Comunicação Ubíqua: Repercussões na cultura e na educação.Paulus Editora, 2013.

JENKINS, Henry. Convergence Culture: Where Old and New Media Collide. NYU Press, 2008.

LATOUR, Bruno. Networks, Societies, Spheres – Reflections of an Actor-NetworkTheorist – Keynote Lecture, Annenberg School of Design. International Journal of Communication Vol 5, 2011, pp. 796-810.

Gabriela Alves – Resenha: “A Cultura Participativa e o Crowdfunding”

Este paper tem o intuito de analisar o texto “A Cultura Participativa e o Crowdfunding: um estudo sobre a influência dos fãs no financiamento de projetos”, de Paula Toledo Palominio. O texto relata sobre o crescimento dos Coowfunding, que são plataformas colaborativas que tem o intuito de arrecadar fundos, para promover um projeto.

Para compreender esse crescimento é necessário entender que a ideia se baseia na cultura participativa, termo de Jenkins, pois a sociedade não é mais uma recptora passiva, e sim colaborativa. Com a evolução das conexões, a internet possibilitou o crescimento do número de serviços prestados através da rede, como comércio e compartilhamento de conteúdo. O comportamento do consumidor que utiliza a internet, não é mais somente de receptor, se transformou em tornar transmissor e também formador de conteúdo. O texto afirma que Jenkins, vê a internet como um meio para ações coletivas, de diversos modos.

As mídias sociais foram de grande importância, para o crescimento do uso da internet e proporcionaram uma mudança no comportamento dos usuários, segundo Telles (2010, p. 176), o comportamento do consumidor na rede não é mais de simplesmente um receptor da comunicação, se tornou também um formador de conteúdo e retransmissor.

O texto afirma que quando alguma pessoa divulga ou acessa alguma informação de um lugar para outro, em qualquer momento, os individuos ficam co-presentes. Presentes no lugar físico que estão e no lugar que em conectou.

Telles (2010, p. 17) contextualiza que as mídias sociais fazem parte de uma poderosa revolução, influenciam decisões, podem destruir ou eternizar marcas e até mesmo eleger presidentes. O comportamento do consumidor que utiliza a internet, não é mais somente de receptor, se transformou em tornar transmissor e também formador de conteúdo.

A utilização de plataformas sociais como ferramentas ampliadoras do modo de expressão e a utilização de segundas telas, estão muito ligadas ao crowdfunding, pois o poder de método está no poder da cultura participativa, utilizada em tempo real. A comunicação unilateral é responsável por aumentar a disseminação de informações em tempo real entre a comunidade, aumentando o sucesso de um financiamento coletivo.

Com a evolução da Web 2.0 para 3.0, a internet está cada vez mais colaborativa. Os primeiros exemplos de Crowdfunding, são dos anos 90, quando algumas campanhas na internet conseguiram financiar projetos, então surgiram algumas plataformas para ajudar no financiamento de projetos sociais.

Em 2005, surgiu a primeira plataforma que possibilitava empresários emprestarem verba para áreas em desenvolvimento no mundo todo. Porém só em 2008 e 2009, que os o modelo de crowdfunding começou a se consolidar. No Brasil uma das principais plataformas de atualmente crowdfunding é o Cartase.

Na atualidade as plataformas de financiamento coletivo estão sendo muito utilizadas em todo o mundo, com o propósito de arrecadar fundos para a criação de novos produtos, financiar álbuns de artistas, conseguir doações para organizações de caridade e lançar startups no mercado. Um exemplo foi o vídeo game OUYA. Os fãs de uma marca, ideia ou produto, enxergam o crowdfunding como um modo de viabilizarem os projeto que tem afeição, continuarem no mercado e ao mesmo tempo receberem algumas recompensas.

Entretanto o modelo de financiamento apresenta alguns pontos negativos, pois diversos projetos atrasam, e deixam as pessoas frustradas, podendo assim desacreditar do modelo. E também muitas pessoas não tem entendimento que o projeto pode não dar certo.

Porém tendo em vista a sociedade atual e sua forma de relacionar na rede, o c é um ótimo modelo de arrecadação de fundos. Mas precisa cada vez mais mostrar os benefícios e fundamentos do projeto para a sociedade.Este paper tem o intuito de analisar o texto, A Cultura Participativa e o Crowdfunding: um estudo sobre a influência dos fãs no financiamento de projetos, de Paula Toledo Palominio. O texto relata sobre o crescimento dos Coowfunding, que são plataformas colaborativas que tem o intuito de arrecadar fundos, para promover um projeto.

Para compreender esse crescimento é necessário entender que a ideia se baseia na cultura participativa, termo de Jenkins, pois a sociedade não é mais uma recptora passiva, e sim colaborativa. Com a evolução das conexões, a internet possibilitou o crescimento do número de serviços prestados através da rede, como comércio e compartilhamento de conteúdo. O comportamento do consumidor que utiliza a internet, não é mais somente de receptor, se transformou em tornar transmissor e também formador de conteúdo. O texto afirma que Jenkins, vê a internet como um meio para ações coletivas, de diversos modos.

As mídias sociais foram de grande importância, para o crescimento do uso da internet e proporcionaram uma mudança no comportamento dos usuários, segundo Telles (2010, p. 176), o comportamento do consumidor na rede não é mais de simplesmente um receptor da comunicação, se tornou também um formador de conteúdo e retransmissor.

O texto afirma que quando alguma pessoa divulga ou acessa alguma informação de um lugar para outro, em qualquer momento, os individuos ficam co-presentes. Presentes no lugar físico que estão e no lugar que em conectou.

Telles (2010, p. 17) contextualiza que as mídias sociais fazem parte de uma poderosa revolução, influenciam decisões, podem destruir ou eternizar marcas e até mesmo eleger presidentes. O comportamento do consumidor que utiliza a internet, não é mais somente de receptor, se transformou em tornar transmissor e também formador de conteúdo.

A utilização de plataformas sociais como ferramentas ampliadoras do modo de expressão e a utilização de segundas telas, estão muito ligadas ao crowdfunding, pois o poder de método está no poder da cultura participativa, utilizada em tempo real. A comunicação unilateral é responsável por aumentar a disseminação de informações em tempo real entre a comunidade, aumentando o sucesso de um financiamento coletivo.

Com a evolução da Web 2.0 para 3.0, a internet está cada vez mais colaborativa. Os primeiros exemplos de Crowdfunding, são dos anos 90, quando algumas campanhas na internet conseguiram financiar projetos, então surgiram algumas plataformas para ajudar no financiamento de projetos sociais.

Em 2005, surgiu a primeira plataforma que possibilitava empresários emprestarem verba para áreas em desenvolvimento no mundo todo. Porém só em 2008 e 2009, que os o modelo de crowdfunding começou a se consolidar. No Brasil uma das principais plataformas de atualmente crowdfunding é o Cartase.

Na atualidade as plataformas de financiamento coletivo estão sendo muito utilizadas em todo o mundo, com o propósito de arrecadar fundos para a criação de novos produtos, financiar álbuns de artistas, conseguir doações para organizações de caridade e lançar startups no mercado. Um exemplo foi o vídeo game OUYA. Os fãs de uma marca, ideia ou produto, enxergam o crowdfunding como um modo de viabilizarem os projeto que tem afeição, continuarem no mercado e ao mesmo tempo receberem algumas recompensas.

Entretanto o modelo de financiamento apresenta alguns pontos negativos, pois diversos projetos atrasam, e deixam as pessoas frustradas, podendo assim desacreditar do modelo. E também muitas pessoas não tem entendimento que o projeto pode não dar certo.

Porém tendo em vista a sociedade atual e sua forma de relacionar na rede, o c é um ótimo modelo de arrecadação de fundos. Mas precisa cada vez mais mostrar os benefícios e fundamentos do projeto para a sociedade.Este paper tem o intuito de analisar o texto, A Cultura Participativa e o Crowdfunding: um estudo sobre a influência dos fãs no financiamento de projetos, de Paula Toledo Palominio. O texto relata sobre o crescimento dos Coowfunding, que são plataformas colaborativas que tem o intuito de arrecadar fundos, para promover um projeto.

Para compreender esse crescimento é necessário entender que a ideia se baseia na cultura participativa, termo de Jenkins, pois a sociedade não é mais uma recptora passiva, e sim colaborativa. Com a evolução das conexões, a internet possibilitou o crescimento do número de serviços prestados através da rede, como comércio e compartilhamento de conteúdo. O comportamento do consumidor que utiliza a internet, não é mais somente de receptor, se transformou em tornar transmissor e também formador de conteúdo. O texto afirma que Jenkins, vê a internet como um meio para ações coletivas, de diversos modos.

As mídias sociais foram de grande importância, para o crescimento do uso da internet e proporcionaram uma mudança no comportamento dos usuários, segundo Telles (2010, p. 176), o comportamento do consumidor na rede não é mais de simplesmente um receptor da comunicação, se tornou também um formador de conteúdo e retransmissor.

O texto afirma que quando alguma pessoa divulga ou acessa alguma informação de um lugar para outro, em qualquer momento, os individuos ficam co-presentes. Presentes no lugar físico que estão e no lugar que em conectou.

Telles (2010, p. 17) contextualiza que as mídias sociais fazem parte de uma poderosa revolução, influenciam decisões, podem destruir ou eternizar marcas e até mesmo eleger presidentes. O comportamento do consumidor que utiliza a internet, não é mais somente de receptor, se transformou em tornar transmissor e também formador de conteúdo.

A utilização de plataformas sociais como ferramentas ampliadoras do modo de expressão e a utilização de segundas telas, estão muito ligadas ao crowdfunding, pois o poder de método está no poder da cultura participativa, utilizada em tempo real. A comunicação unilateral é responsável por aumentar a disseminação de informações em tempo real entre a comunidade, aumentando o sucesso de um financiamento coletivo.

Com a evolução da Web 2.0 para 3.0, a internet está cada vez mais colaborativa. Os primeiros exemplos de Crowdfunding, são dos anos 90, quando algumas campanhas na internet conseguiram financiar projetos, então surgiram algumas plataformas para ajudar no financiamento de projetos sociais.

Em 2005, surgiu a primeira plataforma que possibilitava empresários emprestarem verba para áreas em desenvolvimento no mundo todo. Porém só em 2008 e 2009, que os o modelo de crowdfunding começou a se consolidar. No Brasil uma das principais plataformas de atualmente crowdfunding é o Cartase.

Na atualidade as plataformas de financiamento coletivo estão sendo muito utilizadas em todo o mundo, com o propósito de arrecadar fundos para a criação de novos produtos, financiar álbuns de artistas, conseguir doações para organizações de caridade e lançar startups no mercado. Um exemplo foi o vídeo game OUYA. Os fãs de uma marca, ideia ou produto, enxergam o crowdfunding como um modo de viabilizarem os projeto que tem afeição, continuarem no mercado e ao mesmo tempo receberem algumas recompensas.

Entretanto o modelo de financiamento apresenta alguns pontos negativos, pois diversos projetos atrasam, e deixam as pessoas frustradas, podendo assim desacreditar do modelo. E também muitas pessoas não tem entendimento que o projeto pode não dar certo.

Porém tendo em vista a sociedade atual e sua forma de relacionar na rede, o c é um ótimo modelo de arrecadação de fundos. Mas precisa cada vez mais mostrar os benefícios e fundamentos do projeto para a sociedade.Este paper tem o intuito de analisar o texto, A Cultura Participativa e o Crowdfunding: um estudo sobre a influência dos fãs no financiamento de projetos, de Paula Toledo Palominio. O texto relata sobre o crescimento dos Coowfunding, que são plataformas colaborativas que tem o intuito de arrecadar fundos, para promover um projeto.

Para compreender esse crescimento é necessário entender que a ideia se baseia na cultura participativa, termo de Jenkins, pois a sociedade não é mais uma recptora passiva, e sim colaborativa. Com a evolução das conexões, a internet possibilitou o crescimento do número de serviços prestados através da rede, como comércio e compartilhamento de conteúdo. O comportamento do consumidor que utiliza a internet, não é mais somente de receptor, se transformou em tornar transmissor e também formador de conteúdo. O texto afirma que Jenkins, vê a internet como um meio para ações coletivas, de diversos modos.

As mídias sociais foram de grande importância, para o crescimento do uso da internet e proporcionaram uma mudança no comportamento dos usuários, segundo Telles (2010, p. 176), o comportamento do consumidor na rede não é mais de simplesmente um receptor da comunicação, se tornou também um formador de conteúdo e retransmissor.

O texto afirma que quando alguma pessoa divulga ou acessa alguma informação de um lugar para outro, em qualquer momento, os individuos ficam co-presentes. Presentes no lugar físico que estão e no lugar que em conectou.

Telles (2010, p. 17) contextualiza que as mídias sociais fazem parte de uma poderosa revolução, influenciam decisões, podem destruir ou eternizar marcas e até mesmo eleger presidentes. O comportamento do consumidor que utiliza a internet, não é mais somente de receptor, se transformou em tornar transmissor e também formador de conteúdo.

A utilização de plataformas sociais como ferramentas ampliadoras do modo de expressão e a utilização de segundas telas, estão muito ligadas ao crowdfunding, pois o poder de método está no poder da cultura participativa, utilizada em tempo real. A comunicação unilateral é responsável por aumentar a disseminação de informações em tempo real entre a comunidade, aumentando o sucesso de um financiamento coletivo.

Com a evolução da Web 2.0 para 3.0, a internet está cada vez mais colaborativa. Os primeiros exemplos de Crowdfunding, são dos anos 90, quando algumas campanhas na internet conseguiram financiar projetos, então surgiram algumas plataformas para ajudar no financiamento de projetos sociais.

Em 2005, surgiu a primeira plataforma que possibilitava empresários emprestarem verba para áreas em desenvolvimento no mundo todo. Porém só em 2008 e 2009, que os o modelo de crowdfunding começou a se consolidar. No Brasil uma das principais plataformas de atualmente crowdfunding é o Cartase.

Na atualidade as plataformas de financiamento coletivo estão sendo muito utilizadas em todo o mundo, com o propósito de arrecadar fundos para a criação de novos produtos, financiar álbuns de artistas, conseguir doações para organizações de caridade e lançar startups no mercado. Um exemplo foi o vídeo game OUYA. Os fãs de uma marca, ideia ou produto, enxergam o crowdfunding como um modo de viabilizarem os projeto que tem afeição, continuarem no mercado e ao mesmo tempo receberem algumas recompensas.

Entretanto o modelo de financiamento apresenta alguns pontos negativos, pois diversos projetos atrasam, e deixam as pessoas frustradas, podendo assim desacreditar do modelo. E também muitas pessoas não tem entendimento que o projeto pode não dar certo.

Porém tendo em vista a sociedade atual e sua forma de relacionar na rede, o c é um ótimo modelo de arrecadação de fundos. Mas precisa cada vez mais mostrar os benefícios e fundamentos do projeto para a sociedade.

Este paper tem o intuito de analisar o texto, A Cultura Participativa e o Crowdfunding: um estudo sobre a influência dos fãs no financiamento de projetos, de Paula Toledo Palominio. O texto relata sobre o crescimento dos Coowfunding, que são plataformas colaborativas que tem o intuito de arrecadar fundos, para promover um projeto.

Para compreender esse crescimento é necessário entender que a ideia se baseia na cultura participativa, termo de Jenkins, pois a sociedade não é mais uma recptora passiva, e sim colaborativa. Com a evolução das conexões, a internet possibilitou o crescimento do número de serviços prestados através da rede, como comércio e compartilhamento de conteúdo. O comportamento do consumidor que utiliza a internet, não é mais somente de receptor, se transformou em tornar transmissor e também formador de conteúdo. O texto afirma que Jenkins, vê a internet como um meio para ações coletivas, de diversos modos.

As mídias sociais foram de grande importância, para o crescimento do uso da internet e proporcionaram uma mudança no comportamento dos usuários, segundo Telles (2010, p. 176), o comportamento do consumidor na rede não é mais de simplesmente um receptor da comunicação, se tornou também um formador de conteúdo e retransmissor.

O texto afirma que quando alguma pessoa divulga ou acessa alguma informação de um lugar para outro, em qualquer momento, os individuos ficam co-presentes. Presentes no lugar físico que estão e no lugar que em conectou.

Telles (2010, p. 17) contextualiza que as mídias sociais fazem parte de uma poderosa revolução, influenciam decisões, podem destruir ou eternizar marcas e até mesmo eleger presidentes. O comportamento do consumidor que utiliza a internet, não é mais somente de receptor, se transformou em tornar transmissor e também formador de conteúdo.

A utilização de plataformas sociais como ferramentas ampliadoras do modo de expressão e a utilização de segundas telas, estão muito ligadas ao crowdfunding, pois o poder de método está no poder da cultura participativa, utilizada em tempo real. A comunicação unilateral é responsável por aumentar a disseminação de informações em tempo real entre a comunidade, aumentando o sucesso de um financiamento coletivo.

Com a evolução da Web 2.0 para 3.0, a internet está cada vez mais colaborativa. Os primeiros exemplos de Crowdfunding, são dos anos 90, quando algumas campanhas na internet conseguiram financiar projetos, então surgiram algumas plataformas para ajudar no financiamento de projetos sociais.

Em 2005, surgiu a primeira plataforma que possibilitava empresários emprestarem verba para áreas em desenvolvimento no mundo todo. Porém só em 2008 e 2009, que os o modelo de crowdfunding começou a se consolidar. No Brasil uma das principais plataformas de atualmente crowdfunding é o Cartase.

Na atualidade as plataformas de financiamento coletivo estão sendo muito utilizadas em todo o mundo, com o propósito de arrecadar fundos para a criação de novos produtos, financiar álbuns de artistas, conseguir doações para organizações de caridade e lançar startups no mercado. Um exemplo foi o vídeo game OUYA. Os fãs de uma marca, ideia ou produto, enxergam o crowdfunding como um modo de viabilizarem os projeto que tem afeição, continuarem no mercado e ao mesmo tempo receberem algumas recompensas.

Entretanto o modelo de financiamento apresenta alguns pontos negativos, pois diversos projetos atrasam, e deixam as pessoas frustradas, podendo assim desacreditar do modelo. E também muitas pessoas não tem entendimento que o projeto pode não dar certo.

Porém tendo em vista a sociedade atual e sua forma de relacionar na rede, o c é um ótimo modelo de arrecadação de fundos. Mas precisa cada vez mais mostrar os benefícios e fundamentos do projeto para a sociedade.

REFERÊNCIAS

PALOMINIO, Paula Toledo, A Cultura Participativa e o Crowdfunding: um estudo sobre a influência dos fãs no financiamento de projetos. 2014

TELLES, André. Revolução das mídias sociais: estratégias de marketing digital para vcê e sua empresa terem sucesso nas mídias sociais: cases, conceitos, dicas e ferramentas. São Paulo Atual, 2010

Camila Castro- Dinâmica das agências digitais

As agências digitais tem se estruturado da seguinte maneira: planejamento (realiza o planejamento de uma campanha de marketing digital, assim como também , auxilia na delimitação de como o cliente pode atingir seus objetivos e metas); atendimento (por meio do atendimento o cliente se relaciona com a agência digital, é a área que cria juntamente com o cliente o briefing e realiza o envio das demandas); criação (responsável pela conversão de ideia em layouts que traduzam o que o cliente deseja transmitir); tecnologia (realiza aquilo que foi planejado e criado) e mídia (geri a divulgação dos clientes nos canais).

A agência digital que leva em consideração o modelo Inboud Sales, por sua vez, tem como base o entendimento do cliente, ou seja, a compreensão do problema do cliente, suas necessidades, sua concorrência, o seu cliente, o posicionamento de sua empresa no mercado, entre outros, pois, dessa maneira, será possível a criação de uma estratégia de qualidade, eficiência e eficácia, que se desdobrará no conteúdo, mídia e na análise continuada dos dados e do desempenho.

O Panorama das Agências Digitais (ROCK CONTENT e RESULTADOS DIGITAIS, 2017), realizou uma pesquisa com 1222 representantes de agências em todo Brasil, entre agosto e setembro de 2016, sendo que do total de empresas cerca de 91,3% (1116 pessoas) prestam serviços de marketing digital, sendo 54,5% sócios das empresas.Entre os dados coletados, observou-se que a coleta de novos clientes cabe de maneira integral aos sócios em cerca de 70,5% dos casos, sendo que esses clientes são captados, em sua maioria, por meio de indicação de outros clientes, de parceiros, por prospecção ativa e pela compra de mídia (Google Adwords, Facebook Ads.). Um dado interessante a se observar na pesquisa é que 52,3% dos entrevistados não adotam um modelo de vendas, mas os que adotam um modelo de vendas (Inboud Sales, Outbound Sales, Field Sales ou Inside Sales) , realizaram isso devido a oferta de serviços digitais exigirem um alinhamento dos anseios e expectativas entre cliente e a agência.

O modelo Inboud Sales, de acordo com o Panorama das Agências Digitais (ROCK CONTENT e RESULTADOS DIGITAIS, 2017), auxilia a agência a manter-se focada em criar um modo próprio de captação de clientela, além de considerar que o cliente não sabe todos os elementos para concluir a venda ou que precisa do serviço da agência. Nesse sentido, o uso do modelo Inboud Sales e Inboud Marketing motiva a agência a compreender o processo de vendas, considerando pontos de relevância como o reconhecimento do problema, a formulação de uma solução e a avaliação e a compra. Sendo que dessa forma “a agência tende a ganhar oportunidades de negócios mais qualificadas e evita gastar o tempo dos vendedores com clientes que ainda não estão preparados para o momento da compra.” (ROCK CONTENT e RESULTADOS DIGITAIS, 2017, p.16).

O uso de indicadores são um meio de acompanhar e de avaliar como tem sido o desempenho das estratégias digitais, sendo que por meio da análise desses indicadores a tomada de decisões é facilitada e as estratégias podem ser alinhadas. Entre os KPIs utilizados pelas empresas de acordo com o Panorama das Agências Digitais (ROCK CONTENT e RESULTADOS DIGITAIS, 2017), estão compreendidos: tráfego orgânico (61,2%), tráfego vindo de mídias sociais (52,19%), vendas (42,4%), conversores em leads (41,4%), taxa de conversão (32,2%), cliques em anúncios (29,5%), custo por lead (22,6%) e custo por aquisição do cliente (17,6%). Contudo, o uso dos KIPs e sua análise deve estar relacionada a etapa da venda para que os indicadores tenham uma boa utilização e possam ser relevantes para a elaboração de estratégias mais efetivas e proporcionem conhecimento sobre os resultados e as melhorias.

Entende-se, ainda, que a dinâmica das agências digitais envolve considerações acerca da apresentação de uma campanha de qualidade para o cliente, considerando as necessidades, objetivos, metas, características do negócio, entre outros detalhes que levarão ao sucesso da campanha. A postura do profissional é fundamental nesse processo a fim de evitar os erros comuns e de levar em consideração o orçamento e o tempo disponibilizado pelo cliente. Uma apresentação de campanha deve ser capaz de convencer o clientes que a solução que a agência encontrou é a melhor e que mais se adéqua para solucionar o problema delimitado, para tanto o profissional deverá ser capaz de planejar (pesquisar informações relevantes), comunicar (com liderança e simpatia) e de avaliar (com sensibilidade e abertura para o diálogo). Entre os requisitos necessários estão: capacidade de argumentação e de convencimento, conhecer e adequar o orçamento da campanha, embasar as ideias de forma a demonstrar conhecimento.

Além dos itens acima citados, a dinâmica de uma agência digital depende em muito de um recurso: as pessoas. Um dos maiores e principais recursos das empresas hoje são as pessoas. Os empregados são grandes responsáveis pelo êxito empresarial, sendo assim, o chamado capital humano carece de investimento e incentivos (Odebrech e Pedroso, 2010). Um dos questionamentos profissionais que se faz em relação à contratação de pessoal para as agências digitais é em relação a generalização ou especialização. Questiona-se qual o perfil mais adequado para o desempenho de funções. O generalista acaba por ser capaz de compreender uma gama de assuntos de maneira básica, enquanto que o especialista compreende de um assunto específico, mas de maneira mais aprofundada, ou seja, é capaz de resolver questões mais complexas. Contudo, destaca-se que a necessidade do mercado e das empresas é de um profissional que possa se adaptar, sendo flexível atendendo as demandas da empresa.

Pode-se concluir que a dinâmica de uma agência digital abrange o bom uso dos indicadores de desempenho, para que assim possam ser alinhadas as estratégias com os objetivos e metas, além disso, um planejamento criativo e um briefing realizado de maneira eficiente fazem com que a agência tenha as informações corretas e necessárias para que a criação aconteça de maneira bem sucedida e transmita tudo o que o cliente idealizou, ainda conclui-se que a implementação de um modelo de vendas, como o Inboud Sales faz com que haja uma otimização das vendas, dessa maneira ocorrem menos cancelamentos e são diminuídos os custos com a captação de clientes.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ODEBRECH, T. A. C.; PEDROSO, R. Qualidade de Vida no Trabalho: Diferentes percepções de um mesmo processo. Revista Olhar Científico – Faculdades Associadas de Ariquemes – V. 01, n.1, Ago./Dez. 2010

ROCK CONTENT, RESULTADOS DIGITAIS. Panorama agência digitais Brasil 2017. 2017. Disponível em<https://d335luupugsy2.cloudfront.net/cms%2Ffiles%2F2%2F1477944271Panorama+das+Ag%C3%AAncias+Digitais+2017_.pdf> Acesso em 21 de jul.2017.

 

 

Camila Castro

Remaclo Pedras – Mudanças nas leis trabalhistas

Reforma Trabalhista

Demissão 
Como era: Quando o trabalhador pede demissão ou é demitido por justa causa, ele não tem direito à multa de 40% sobre o saldo do FGTS nem à retirada do fundo. Em relação ao aviso prévio, a empresa pode avisar ao trabalhador sobre a demissão com 30 dias de antecedência ou pagar o salário referente ao mês sem que o funcionário precise trabalhar.

Como ficou: O contrato de trabalho poderá ser extinto de comum acordo, com o pagamento da metade do aviso prévio e metade da multa 40% sobre o saldo do FGTS. O empregado poderá ainda movimentar até 80% do valor depositado pela empresa na conta do FGTS, mas não terá direito ao seguro-desemprego.

CONTRIBUIÇÃO SINDICAL
Como era: A contribuição é obrigatória. O pagamento é feito uma vez ao ano, por meio do desconto equivalente a um dia de salário do trabalhador.

Como ficou: A contribuição sindical será opcional.

BANCO DE HORAS
Como era: O excesso de horas em um dia de trabalho pode ser compensado em outro dia, desde que não exceda, no período máximo de um ano, à soma das jornadas semanais de trabalho previstas. Há também um limite de 10 horas diárias.

Como ficou: O banco de horas pode ser pactuado por acordo individual escrito, desde que a compensação se realize no mesmo mês.

FÉRIAS
Como era: As férias de 30 dias podem ser fracionadas em até dois períodos, sendo que um deles não pode ser inferior a 10 dias. Há possibilidade de 1/3 do período ser pago em forma de abono.

Como ficou: As férias poderão ser fracionadas em até três períodos, mediante negociação, contanto que um dos períodos seja de pelo menos 14 dias corridos.

DESCANSO
Como era: O trabalhador que exerce a jornada padrão de 8 horas diárias tem direito a no mínimo uma hora e a no máximo duas horas de intervalo para repouso ou alimentação.

Como ficou: O intervalo dentro da jornada de trabalho poderá ser negociado, desde que tenha pelo menos 30 minutos. Além disso, se o empregador não conceder intervalo mínimo para almoço ou concedê-lo parcialmente, a indenização será de 50% do valor da hora normal de trabalho apenas sobre o tempo não concedido em vez de todo tempo de intervalo.

NEGOCIAÇÃO
Como era: Convenções e acordos coletivos podem estabelecer condições de trabalho diferentes das previstas na legislação apenas se conferirem ao trabalhador um patamar superior ao que estiver previsto na lei.

Como ficou: Convenções e cordos coletivos poderão prevalecer sobre a legislação. Sindicatos e empresas podem negociar condições de trabalho diferentes das previstas em lei, mas não necessariamente num patamar melhor para os trabalhadores.

JORNADA
Como era: A jornada é limitada a 8 horas diárias, 44 horas semanais e 220 horas mensais, podendo haver até 2 horas extras por dia.

Como ficou: Jornada diária poderá ser de 12 horas com 36 horas de descanso, respeitando o limite de 44 horas semanais (ou 48 horas, com as horas extras) e 220 horas mensais.

HOME OFFICE
Como era: A legislação não contempla essa modalidade de trabalho.

Como ficou: Tudo o que o trabalhador usar em casa será formalizado com o padrão via contrato como equipamentos e gastos com energia e internet, e o controle do trabalho será feito por tarefa.

TERCEIRIZAÇÃO
Como era: O projeto de lei que permite a terceirização para atividades-fim foi sancionado anteriormente.

Como ficou: Haverá uma quarentena de 18 meses que impede que a empresa demita o trabalhador efetivo para recontratá-lo como terceirizado. O texto prevê ainda que o terceirizado deverá ter as mesmas condições de trabalho dos efetivos, como atendimento em ambulatório, alimentação, segurança, transporte, capacitação e qualidade de equipamentos.

GRAVIDEZ
Como era: Mulheres grávidas ou lactantes estão proibidas de trabalhar em lugares com condições insalubres. Não há limite de tempo para avisar a empresa sobre a gravidez.

Como ficou: É permitido o trabalho de mulheres grávidas em ambiente de baixa ou média insalubridade, exceto se apresentarem atestado médico que recomende o afastamento. Mulheres demitidas têm até 30 dias para informar a empresa sobre a gravidez.

Fonte: Conselho Nacional de Justiça (CNJ)
https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=1771653359574083&id=105872382818864

Rebeca Descarpontriez – A nostalgia na sociedade contemporânea

As ponderações do texto foram inspiradas no artigo “A nostalgia da sociedade contemporânea”, que despertaram questionamentos sobre a sociedade, onde, ao mesmo tempo em que a tecnologia tem avançado, o passado se mostra ainda muito presente. Após o surgimento de tantos aparelhos tecnológicos, “vivemos em uma sociedade que não é feita para durar”.

Antes de entrar no tema central, o artigo nos dá uma perspectiva maior da “sociedade em rede” na qual vivemos. De acordo com Castells, “a tecnologia é a sociedade, e a sociedade não pode ser entendida ou representada sem suas ferramentas tecnológicas” (CASTELLS, 1999, p. 43).  O que o autor quis dizer é que, os momentos históricos da sociedade, foram e serão marcados pela tecnologia da época. E esse meio também será modificado pelo meio seguinte, e assim sucessivamente.

O texto ainda afirma que, “as formas de comunicar-se vem sofrendo alterações constantes desde o surgimento da internet”. Muitos de nós, acompanhamos o rádio sendo influenciado pela televisão e a televisão sendo influenciada pele crescimento da internet. Mas, o texto deixa claro que os meios mais antigos não vão desaparecer, apenas surge a necessidade de adaptação de suas funcionalidades.

Por exemplo, antes da popularização do meio televisivo, era papel fundamental do rádio informar à população dos eventos cotidianos em tempo real (ou, pelo menos, alguns minutos ou horas depois do acontecido), além do entretenimento.

Após o surgimento da televisão, que fazia basicamente o mesmo que o rádio, só que com apoio de imagens, o papel do rádio dentro da casa das pessoas foi mudando e se adaptando às novas circunstâncias. Nas salas de estar, o rádio foi substituído pela televisão, e ele foi deslocado para o carro, lugar onde não existe a possibilidade de se assistir televisão. O fato é que:

O surgimento de um novo sistema eletrônico de comunicação caracterizado pelo seu alcance global, integração de todos os meios de comunicação e interatividade potencial está mudando e mudará para sempre nossa cultura. (CASTELLS, 1999, p. 414)

E, assim, entramos no termo “modernidade líquida”. Segundo os autores, o que destaca na sociedade contemporânea é o fato de sermos hoje, conscientes de nosso vício em modernização. Se antes queríamos satisfação, um final para a história, hoje somos conscientes que este final nunca será plenamente atingido.

As redes sociais são um exemplo dessa liquidez. Ao publicarmos algo em uma dessas redes, a publicação só fica em destaque durante alguns minutos, tempo em que outras pessoas ou até nós mesmos continuamos alimentando a rede e, assim, deixando a publicação em questão para trás.

Com isso, surge o questionamento: Por que estamos atrás desse consumo, se sabemos que ele não terá um fim? De acordo com Bauman, seria para satisfazer o prazer do nosso consciente, em saber que estamos nessa corrida apenas por novidades e modernizações.

Com a rapidez no ambiente de consumo, nos deparamos com a nostalgia, onde o passado é valorizado por ser, tomando como base o conceito de Bauman, mais “sólido” que o presente e o futuro. Então, o mercado aderiu à estética da nostalgia para dar maior valor aos seus produtos, principalmente pelo design.

No texto, a nostalgia divide-se em duas manifestações distintas: Vintage e Retrô. A primeira diz respeito à tudo aquilo que foi pertencente a outras décadas, geralmente relacionadas aos nossos avós e bisavós: são os carros antigos, a reprise de novelas (como no famoso “Vale a pena ver de novo”, exibido pela Rede Globo).

A segunda é referente a peças novas produzidas com um estilo antigo, um relançamento. Alguns exemplos clássicos que adotaram esta abordagem retrô foram as marcas como Brastemp, Toddy, Leite Condensado Moça, Coca-Cola, entre outras.

Os consumidores não querem um rádio com design da década de 1950 e com a qualidade de som daquela época. As marcas retrô devem combinar o design de outro período do passado com inovação na funcionalidade, desta forma criando uma harmonia que une a contemporaneidade ao passado. (HERNANDEZ, 2001, p. 31).

Apesar de sempre buscarmos por inovações e novas experiências, sentimos falta da conexão do passado, onde as relações eram mais reais e menos virtuais. O texto afirma que as nossas ligações estão enfraquecidas e cada vez mais líquidas e durando por pouco tempo.

A velocidade da informação e o pouco contato físico no plano real gera angústia, porque hoje quase nada é feito para durar e criar raízes, por isso, a nossa constante busca ao passado é tão evidente.

Artigo analisado: A nostalgia na sociedade contemporânea, de Eduardo Leite Vasconcelos, Igor Raphael Gouveia Queiroz e Janayna da Silva Ávila. Disponível em: <http://www.portcom.intercom.org.br/>.

Marinha Luiza – O grande Zuckberg está observando você

Autor: Marinha Luiza
Turma: Comunicação Digital e Mídias Sociais UNA

No livro 1984, de George Orwell, o ditador Grande Irmão monitora a vida das pessoas da Oceania através de teletelas – uma espécie de câmera que, ao mesmo tempo em que grava, transmite áudio e vídeo. A frase “O grande irmão está observando você” é uma das mais famosas da publicação e é conhecida no mundo inteiro, inspirando até mesmo a criação do reality show Big Brother.

Se a ideia carregava um tom de distopia no longínquo 1949 – ano em que o livro foi lançado, a população mundial vive um nível de observação que se assemelha, em alguma medida, à história contada no livro (guardadas as devidas proporções e distanciamentos com o totalitarismo, é claro). E você com certeza sabe onde isso acontece: nas redes sociais!

No artigo “10 coisas que o Facebook já estudou sobre você”, Pedro Meirelles retrata algumas pesquisas do site feita com os usuários – muitos sem serem informadas.

A plataforma já descobriu a diminuição dos graus de separação entre quaisquer duas pessoas no mundo: se antes tínhamos seis degraus de distância, hoje são 3,57. O autor também fala sobre o nosso engajamento com conteúdo ideologicamente contrário: geralmente estamos mais dispostos a contra argumentar com usuários que são laços fracos.

Outro dado importante é a manipulação de humor. Um feed carregado de notícias negativas nos deixa mais tristes, enquanto notícias positivas nos deixam com astral melhor. Isso foi comprovado em estudo polêmico e não avisado em que o Facebook estruturou a linha do tempo das pessoas dessa forma.

Um dado positivo é que o Facebook tem aproximado mais as pessoas e, consequentemente, proporcionando mais bem-estar às pessoas.

Dois lados da mesma moeda

Como mostrado, estar nas redes sociais tem seu lado bom e seu lado negativo. Acessamos todos os dias um site que capta uma série de dados pessoais e simplesmente não sabemos o que é feito com eles. Mark Zuckberg, o poderoso dono do Facebook, Instagram e Whatsapp talvez saiba mais sobre sua vida do que seus amigos mais próximos e ainda não conseguimos avaliar o impacto real disso em nossas vidas

Uma pesquisa de 2015 aponta que acessar o Facebook também contribui para nos deixar triste por causa de outro aspecto: ali enxergamos a vida de outras pessoas de forma editada. Conseguimos ver apenas as fotos de festas, viagens e celebrações e automaticamente nos sentimos mais pobres e infelizes.

“Sabemos que a vida nos traz dificuldades; nos sentimos bem e nos sentimos mal. Se você está constantemente vendo como a vida das outras pessoas vai bem, vai se sentir pior quanto a sua vida (porque), em comparação, ela parece não ir tão bem”, explicou à BBC Brasil o professor associado de psicologia Ethan Kross, coautor do estudo na Universidade de Michigan, em matéria disponibilizada pelo G1.

Facebook está aprimorando a relação das marcas com seus clientes

Através do Facebook, os clientes também estão ganhando marcas mais engajadas e preocupadas com problemas sociais. Por meio de análise de dados e de comportamento buscados em pesquisas quantitativas e netnograficas, as empresas estão compreendendo melhor os anseios do público e inovando em campanhas e produtos.

A Skol, por exemplo, vem mudando o seu posicionamento, entendendo que a voz machista não tem mais espaço na sociedade atual.

Diferentes papeis – inclusive na rede

Um conceito da sociologia sobre o comportamento de indivíduos, o Papel Social determina a função das pessoas na sociedade. Segundo essa linha de pensamento, o indivíduo apresenta comportamentos distintos, de acordo com o grupo em que está inserido. Assim, temos várias facetas, apresentadas a partir da situação em que vivemos.

O Facebook ajuda a fortalecer nossos papeis sociais, já que ali podemos “criar” uma vida e parecer ser algo que na verdade não somos.

O mais importante é lembrar que somos monitorados e tomar cuidado com a exposição do que é privado. Se as pessoas nos enganam no off-line, no ciberespaço todas essas características são potencializadas e elevadas a patamares ainda desconhecidos.

Referências:

10 coisas que o Facebook já estudou sobre você (a nona é assustadora)

https://www.todamateria.com.br/papel-social/