Gabriela Alves – Resenha: “A Cultura Participativa e o Crowdfunding”

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Este paper tem o intuito de analisar o texto “A Cultura Participativa e o Crowdfunding: um estudo sobre a influência dos fãs no financiamento de projetos”, de Paula Toledo Palominio. O texto relata sobre o crescimento dos Coowfunding, que são plataformas colaborativas que tem o intuito de arrecadar fundos, para promover um projeto.

Para compreender esse crescimento é necessário entender que a ideia se baseia na cultura participativa, termo de Jenkins, pois a sociedade não é mais uma recptora passiva, e sim colaborativa. Com a evolução das conexões, a internet possibilitou o crescimento do número de serviços prestados através da rede, como comércio e compartilhamento de conteúdo. O comportamento do consumidor que utiliza a internet, não é mais somente de receptor, se transformou em tornar transmissor e também formador de conteúdo. O texto afirma que Jenkins, vê a internet como um meio para ações coletivas, de diversos modos.

As mídias sociais foram de grande importância, para o crescimento do uso da internet e proporcionaram uma mudança no comportamento dos usuários, segundo Telles (2010, p. 176), o comportamento do consumidor na rede não é mais de simplesmente um receptor da comunicação, se tornou também um formador de conteúdo e retransmissor.

O texto afirma que quando alguma pessoa divulga ou acessa alguma informação de um lugar para outro, em qualquer momento, os individuos ficam co-presentes. Presentes no lugar físico que estão e no lugar que em conectou.

Telles (2010, p. 17) contextualiza que as mídias sociais fazem parte de uma poderosa revolução, influenciam decisões, podem destruir ou eternizar marcas e até mesmo eleger presidentes. O comportamento do consumidor que utiliza a internet, não é mais somente de receptor, se transformou em tornar transmissor e também formador de conteúdo.

A utilização de plataformas sociais como ferramentas ampliadoras do modo de expressão e a utilização de segundas telas, estão muito ligadas ao crowdfunding, pois o poder de método está no poder da cultura participativa, utilizada em tempo real. A comunicação unilateral é responsável por aumentar a disseminação de informações em tempo real entre a comunidade, aumentando o sucesso de um financiamento coletivo.

Com a evolução da Web 2.0 para 3.0, a internet está cada vez mais colaborativa. Os primeiros exemplos de Crowdfunding, são dos anos 90, quando algumas campanhas na internet conseguiram financiar projetos, então surgiram algumas plataformas para ajudar no financiamento de projetos sociais.

Em 2005, surgiu a primeira plataforma que possibilitava empresários emprestarem verba para áreas em desenvolvimento no mundo todo. Porém só em 2008 e 2009, que os o modelo de crowdfunding começou a se consolidar. No Brasil uma das principais plataformas de atualmente crowdfunding é o Cartase.

Na atualidade as plataformas de financiamento coletivo estão sendo muito utilizadas em todo o mundo, com o propósito de arrecadar fundos para a criação de novos produtos, financiar álbuns de artistas, conseguir doações para organizações de caridade e lançar startups no mercado. Um exemplo foi o vídeo game OUYA. Os fãs de uma marca, ideia ou produto, enxergam o crowdfunding como um modo de viabilizarem os projeto que tem afeição, continuarem no mercado e ao mesmo tempo receberem algumas recompensas.

Entretanto o modelo de financiamento apresenta alguns pontos negativos, pois diversos projetos atrasam, e deixam as pessoas frustradas, podendo assim desacreditar do modelo. E também muitas pessoas não tem entendimento que o projeto pode não dar certo.

Porém tendo em vista a sociedade atual e sua forma de relacionar na rede, o c é um ótimo modelo de arrecadação de fundos. Mas precisa cada vez mais mostrar os benefícios e fundamentos do projeto para a sociedade.Este paper tem o intuito de analisar o texto, A Cultura Participativa e o Crowdfunding: um estudo sobre a influência dos fãs no financiamento de projetos, de Paula Toledo Palominio. O texto relata sobre o crescimento dos Coowfunding, que são plataformas colaborativas que tem o intuito de arrecadar fundos, para promover um projeto.

Para compreender esse crescimento é necessário entender que a ideia se baseia na cultura participativa, termo de Jenkins, pois a sociedade não é mais uma recptora passiva, e sim colaborativa. Com a evolução das conexões, a internet possibilitou o crescimento do número de serviços prestados através da rede, como comércio e compartilhamento de conteúdo. O comportamento do consumidor que utiliza a internet, não é mais somente de receptor, se transformou em tornar transmissor e também formador de conteúdo. O texto afirma que Jenkins, vê a internet como um meio para ações coletivas, de diversos modos.

As mídias sociais foram de grande importância, para o crescimento do uso da internet e proporcionaram uma mudança no comportamento dos usuários, segundo Telles (2010, p. 176), o comportamento do consumidor na rede não é mais de simplesmente um receptor da comunicação, se tornou também um formador de conteúdo e retransmissor.

O texto afirma que quando alguma pessoa divulga ou acessa alguma informação de um lugar para outro, em qualquer momento, os individuos ficam co-presentes. Presentes no lugar físico que estão e no lugar que em conectou.

Telles (2010, p. 17) contextualiza que as mídias sociais fazem parte de uma poderosa revolução, influenciam decisões, podem destruir ou eternizar marcas e até mesmo eleger presidentes. O comportamento do consumidor que utiliza a internet, não é mais somente de receptor, se transformou em tornar transmissor e também formador de conteúdo.

A utilização de plataformas sociais como ferramentas ampliadoras do modo de expressão e a utilização de segundas telas, estão muito ligadas ao crowdfunding, pois o poder de método está no poder da cultura participativa, utilizada em tempo real. A comunicação unilateral é responsável por aumentar a disseminação de informações em tempo real entre a comunidade, aumentando o sucesso de um financiamento coletivo.

Com a evolução da Web 2.0 para 3.0, a internet está cada vez mais colaborativa. Os primeiros exemplos de Crowdfunding, são dos anos 90, quando algumas campanhas na internet conseguiram financiar projetos, então surgiram algumas plataformas para ajudar no financiamento de projetos sociais.

Em 2005, surgiu a primeira plataforma que possibilitava empresários emprestarem verba para áreas em desenvolvimento no mundo todo. Porém só em 2008 e 2009, que os o modelo de crowdfunding começou a se consolidar. No Brasil uma das principais plataformas de atualmente crowdfunding é o Cartase.

Na atualidade as plataformas de financiamento coletivo estão sendo muito utilizadas em todo o mundo, com o propósito de arrecadar fundos para a criação de novos produtos, financiar álbuns de artistas, conseguir doações para organizações de caridade e lançar startups no mercado. Um exemplo foi o vídeo game OUYA. Os fãs de uma marca, ideia ou produto, enxergam o crowdfunding como um modo de viabilizarem os projeto que tem afeição, continuarem no mercado e ao mesmo tempo receberem algumas recompensas.

Entretanto o modelo de financiamento apresenta alguns pontos negativos, pois diversos projetos atrasam, e deixam as pessoas frustradas, podendo assim desacreditar do modelo. E também muitas pessoas não tem entendimento que o projeto pode não dar certo.

Porém tendo em vista a sociedade atual e sua forma de relacionar na rede, o c é um ótimo modelo de arrecadação de fundos. Mas precisa cada vez mais mostrar os benefícios e fundamentos do projeto para a sociedade.Este paper tem o intuito de analisar o texto, A Cultura Participativa e o Crowdfunding: um estudo sobre a influência dos fãs no financiamento de projetos, de Paula Toledo Palominio. O texto relata sobre o crescimento dos Coowfunding, que são plataformas colaborativas que tem o intuito de arrecadar fundos, para promover um projeto.

Para compreender esse crescimento é necessário entender que a ideia se baseia na cultura participativa, termo de Jenkins, pois a sociedade não é mais uma recptora passiva, e sim colaborativa. Com a evolução das conexões, a internet possibilitou o crescimento do número de serviços prestados através da rede, como comércio e compartilhamento de conteúdo. O comportamento do consumidor que utiliza a internet, não é mais somente de receptor, se transformou em tornar transmissor e também formador de conteúdo. O texto afirma que Jenkins, vê a internet como um meio para ações coletivas, de diversos modos.

As mídias sociais foram de grande importância, para o crescimento do uso da internet e proporcionaram uma mudança no comportamento dos usuários, segundo Telles (2010, p. 176), o comportamento do consumidor na rede não é mais de simplesmente um receptor da comunicação, se tornou também um formador de conteúdo e retransmissor.

O texto afirma que quando alguma pessoa divulga ou acessa alguma informação de um lugar para outro, em qualquer momento, os individuos ficam co-presentes. Presentes no lugar físico que estão e no lugar que em conectou.

Telles (2010, p. 17) contextualiza que as mídias sociais fazem parte de uma poderosa revolução, influenciam decisões, podem destruir ou eternizar marcas e até mesmo eleger presidentes. O comportamento do consumidor que utiliza a internet, não é mais somente de receptor, se transformou em tornar transmissor e também formador de conteúdo.

A utilização de plataformas sociais como ferramentas ampliadoras do modo de expressão e a utilização de segundas telas, estão muito ligadas ao crowdfunding, pois o poder de método está no poder da cultura participativa, utilizada em tempo real. A comunicação unilateral é responsável por aumentar a disseminação de informações em tempo real entre a comunidade, aumentando o sucesso de um financiamento coletivo.

Com a evolução da Web 2.0 para 3.0, a internet está cada vez mais colaborativa. Os primeiros exemplos de Crowdfunding, são dos anos 90, quando algumas campanhas na internet conseguiram financiar projetos, então surgiram algumas plataformas para ajudar no financiamento de projetos sociais.

Em 2005, surgiu a primeira plataforma que possibilitava empresários emprestarem verba para áreas em desenvolvimento no mundo todo. Porém só em 2008 e 2009, que os o modelo de crowdfunding começou a se consolidar. No Brasil uma das principais plataformas de atualmente crowdfunding é o Cartase.

Na atualidade as plataformas de financiamento coletivo estão sendo muito utilizadas em todo o mundo, com o propósito de arrecadar fundos para a criação de novos produtos, financiar álbuns de artistas, conseguir doações para organizações de caridade e lançar startups no mercado. Um exemplo foi o vídeo game OUYA. Os fãs de uma marca, ideia ou produto, enxergam o crowdfunding como um modo de viabilizarem os projeto que tem afeição, continuarem no mercado e ao mesmo tempo receberem algumas recompensas.

Entretanto o modelo de financiamento apresenta alguns pontos negativos, pois diversos projetos atrasam, e deixam as pessoas frustradas, podendo assim desacreditar do modelo. E também muitas pessoas não tem entendimento que o projeto pode não dar certo.

Porém tendo em vista a sociedade atual e sua forma de relacionar na rede, o c é um ótimo modelo de arrecadação de fundos. Mas precisa cada vez mais mostrar os benefícios e fundamentos do projeto para a sociedade.Este paper tem o intuito de analisar o texto, A Cultura Participativa e o Crowdfunding: um estudo sobre a influência dos fãs no financiamento de projetos, de Paula Toledo Palominio. O texto relata sobre o crescimento dos Coowfunding, que são plataformas colaborativas que tem o intuito de arrecadar fundos, para promover um projeto.

Para compreender esse crescimento é necessário entender que a ideia se baseia na cultura participativa, termo de Jenkins, pois a sociedade não é mais uma recptora passiva, e sim colaborativa. Com a evolução das conexões, a internet possibilitou o crescimento do número de serviços prestados através da rede, como comércio e compartilhamento de conteúdo. O comportamento do consumidor que utiliza a internet, não é mais somente de receptor, se transformou em tornar transmissor e também formador de conteúdo. O texto afirma que Jenkins, vê a internet como um meio para ações coletivas, de diversos modos.

As mídias sociais foram de grande importância, para o crescimento do uso da internet e proporcionaram uma mudança no comportamento dos usuários, segundo Telles (2010, p. 176), o comportamento do consumidor na rede não é mais de simplesmente um receptor da comunicação, se tornou também um formador de conteúdo e retransmissor.

O texto afirma que quando alguma pessoa divulga ou acessa alguma informação de um lugar para outro, em qualquer momento, os individuos ficam co-presentes. Presentes no lugar físico que estão e no lugar que em conectou.

Telles (2010, p. 17) contextualiza que as mídias sociais fazem parte de uma poderosa revolução, influenciam decisões, podem destruir ou eternizar marcas e até mesmo eleger presidentes. O comportamento do consumidor que utiliza a internet, não é mais somente de receptor, se transformou em tornar transmissor e também formador de conteúdo.

A utilização de plataformas sociais como ferramentas ampliadoras do modo de expressão e a utilização de segundas telas, estão muito ligadas ao crowdfunding, pois o poder de método está no poder da cultura participativa, utilizada em tempo real. A comunicação unilateral é responsável por aumentar a disseminação de informações em tempo real entre a comunidade, aumentando o sucesso de um financiamento coletivo.

Com a evolução da Web 2.0 para 3.0, a internet está cada vez mais colaborativa. Os primeiros exemplos de Crowdfunding, são dos anos 90, quando algumas campanhas na internet conseguiram financiar projetos, então surgiram algumas plataformas para ajudar no financiamento de projetos sociais.

Em 2005, surgiu a primeira plataforma que possibilitava empresários emprestarem verba para áreas em desenvolvimento no mundo todo. Porém só em 2008 e 2009, que os o modelo de crowdfunding começou a se consolidar. No Brasil uma das principais plataformas de atualmente crowdfunding é o Cartase.

Na atualidade as plataformas de financiamento coletivo estão sendo muito utilizadas em todo o mundo, com o propósito de arrecadar fundos para a criação de novos produtos, financiar álbuns de artistas, conseguir doações para organizações de caridade e lançar startups no mercado. Um exemplo foi o vídeo game OUYA. Os fãs de uma marca, ideia ou produto, enxergam o crowdfunding como um modo de viabilizarem os projeto que tem afeição, continuarem no mercado e ao mesmo tempo receberem algumas recompensas.

Entretanto o modelo de financiamento apresenta alguns pontos negativos, pois diversos projetos atrasam, e deixam as pessoas frustradas, podendo assim desacreditar do modelo. E também muitas pessoas não tem entendimento que o projeto pode não dar certo.

Porém tendo em vista a sociedade atual e sua forma de relacionar na rede, o c é um ótimo modelo de arrecadação de fundos. Mas precisa cada vez mais mostrar os benefícios e fundamentos do projeto para a sociedade.

Este paper tem o intuito de analisar o texto, A Cultura Participativa e o Crowdfunding: um estudo sobre a influência dos fãs no financiamento de projetos, de Paula Toledo Palominio. O texto relata sobre o crescimento dos Coowfunding, que são plataformas colaborativas que tem o intuito de arrecadar fundos, para promover um projeto.

Para compreender esse crescimento é necessário entender que a ideia se baseia na cultura participativa, termo de Jenkins, pois a sociedade não é mais uma recptora passiva, e sim colaborativa. Com a evolução das conexões, a internet possibilitou o crescimento do número de serviços prestados através da rede, como comércio e compartilhamento de conteúdo. O comportamento do consumidor que utiliza a internet, não é mais somente de receptor, se transformou em tornar transmissor e também formador de conteúdo. O texto afirma que Jenkins, vê a internet como um meio para ações coletivas, de diversos modos.

As mídias sociais foram de grande importância, para o crescimento do uso da internet e proporcionaram uma mudança no comportamento dos usuários, segundo Telles (2010, p. 176), o comportamento do consumidor na rede não é mais de simplesmente um receptor da comunicação, se tornou também um formador de conteúdo e retransmissor.

O texto afirma que quando alguma pessoa divulga ou acessa alguma informação de um lugar para outro, em qualquer momento, os individuos ficam co-presentes. Presentes no lugar físico que estão e no lugar que em conectou.

Telles (2010, p. 17) contextualiza que as mídias sociais fazem parte de uma poderosa revolução, influenciam decisões, podem destruir ou eternizar marcas e até mesmo eleger presidentes. O comportamento do consumidor que utiliza a internet, não é mais somente de receptor, se transformou em tornar transmissor e também formador de conteúdo.

A utilização de plataformas sociais como ferramentas ampliadoras do modo de expressão e a utilização de segundas telas, estão muito ligadas ao crowdfunding, pois o poder de método está no poder da cultura participativa, utilizada em tempo real. A comunicação unilateral é responsável por aumentar a disseminação de informações em tempo real entre a comunidade, aumentando o sucesso de um financiamento coletivo.

Com a evolução da Web 2.0 para 3.0, a internet está cada vez mais colaborativa. Os primeiros exemplos de Crowdfunding, são dos anos 90, quando algumas campanhas na internet conseguiram financiar projetos, então surgiram algumas plataformas para ajudar no financiamento de projetos sociais.

Em 2005, surgiu a primeira plataforma que possibilitava empresários emprestarem verba para áreas em desenvolvimento no mundo todo. Porém só em 2008 e 2009, que os o modelo de crowdfunding começou a se consolidar. No Brasil uma das principais plataformas de atualmente crowdfunding é o Cartase.

Na atualidade as plataformas de financiamento coletivo estão sendo muito utilizadas em todo o mundo, com o propósito de arrecadar fundos para a criação de novos produtos, financiar álbuns de artistas, conseguir doações para organizações de caridade e lançar startups no mercado. Um exemplo foi o vídeo game OUYA. Os fãs de uma marca, ideia ou produto, enxergam o crowdfunding como um modo de viabilizarem os projeto que tem afeição, continuarem no mercado e ao mesmo tempo receberem algumas recompensas.

Entretanto o modelo de financiamento apresenta alguns pontos negativos, pois diversos projetos atrasam, e deixam as pessoas frustradas, podendo assim desacreditar do modelo. E também muitas pessoas não tem entendimento que o projeto pode não dar certo.

Porém tendo em vista a sociedade atual e sua forma de relacionar na rede, o c é um ótimo modelo de arrecadação de fundos. Mas precisa cada vez mais mostrar os benefícios e fundamentos do projeto para a sociedade.

REFERÊNCIAS

PALOMINIO, Paula Toledo, A Cultura Participativa e o Crowdfunding: um estudo sobre a influência dos fãs no financiamento de projetos. 2014

TELLES, André. Revolução das mídias sociais: estratégias de marketing digital para vcê e sua empresa terem sucesso nas mídias sociais: cases, conceitos, dicas e ferramentas. São Paulo Atual, 2010

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